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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Desculpe, mas tivemos que explodir seu laptop ?



Lilly estava viajando para Tel Aviv. Por algum motivo, os seguranças israelenses acharam-na suspeita. Então eles meteram três balas no MacBook dela.

Então eles me pediram para esperar. Como eles tinham pedido números de telefone de amigos e família, eu achei que eles queriam ligar para verificar minhas respostas às perguntas, ou confirmar que eu tinha familiares em Tel Aviv. Um anúncio tocou no sistema de som, interrompendo minha caminhada ao sol. Primeiro em hebraico, depois em árabe, depois em inglês. Era alguma coisa do tipo "não fiquem alarmados com sons de tiros, porque a segurança israelense precisa explodir a bagagem suspeita de um passageiro".
Eu entrei para ver minha mala. Eu a deixei sozinha, onde eles me disseram. Ela ainda estava lá quando entrei.
Momentos depois, um homem entrou e se apresentou como o gerente em serviço. E então, "desculpe, mas tivemos que explodir seu laptop".
Felizmente para todos os dados dela, eles não acertaram o disco rígido. Agora ela está tentando ver como fazer o governo israelense reembolsá-la pelo laptop transformado em queijo suíço. Leia a história completa no blog dela: [Lilly Sussman via Cynical-C]

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Delphi terá em 2010 versões para Linux e Mac OS



O  Delphi, ferramenta para desenvolvimento de aplicações,  ganhará no próximo ano versões para Linux e Mac OS. A informação é do vice-presidente para relacionamento com desenvolvedores da Embarcadero e evangelista da tecnologia, David Intersimone. Ele esteve esta semana no Brasil reunido com cerca de 600 desenvolvedores.
Intersimone, mas conhecido por David I, e que tem um blog no site  Computerworld americana, veio ao Brasil para apresentar à comunidade que trabalha com a ferramenta de desenvolvimento as inovações incorporadas ao Delphi 2010, versão que chegou recentemente ao mercado.
O programa concorre com plataformas como . Net da Microsoft, Visual Studio e Java passou para as mãos da norte-americana Embarcadeiro no meio do ano passado. Na época, a companhia comprou a divisão CodeGear da Borland, unidade responsável por ferramentas multiplataforma para bancos de dados. Entre os quais estavam o Delphi.
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A Embarcadero ainda não está presente no Brasil e o atendimento aos usuários de Delphi no país continua sendo realizado pelo time da antiga Borland, comprada no ano passado pela Micro Focus.
David I diz que o Brasil tem uma comunidade atuante de Delphi e acredita que o suporte da tecnologia a outros ambientes deverá dar mais flexibilidade aos que utilizam a ferramenta para desenvolver aplicações. Até então, o programa falava somente Windows. Ele estima que a versão do produto compatível com o sistema operacional de código aberto Linux e o Mac Os da Apple deverá chegar ao mercado no meio do próximo ano.
Inovações do Delphi 2010
Ao comentar sobre as novidades do Delphi 2010, o especialista destacou, que além do produto já está preparado para Windows 7, vem com  interfaces baseadas no recurso touch. Essa funcionalidade vai permitir aos desenvolvedores criarem mais rapidamente aplicações interativas para serem acessadas com toque na tela para rodar em celulares, PCs, terminais bancários e em outros tipos de hardware
David I afirma que uma das vantagens do recurso touch para os desenvolvedores e que eles vão poder levar essa funcionalidade também para as aplicações já existentes
Fonte:
computerworld.uol.com.br

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Claro aposta em celular que permite personalizar funções

Um celular simples e extremamente leve que tem como principal característica ser modular. Isso quer dizer o seguinte:  o consumidor compra o equipamento com as funcionalidades básicas. A partir daí, ele pode adicionar os recursos que mais lhe apetecem, por meio de acessórios que são incorporados ao produto.
Esse  é o diferencial do moduTM phone, celular lançado nesta segunda-feira (23/11) pela Claro e fabricante de celulares modu, que tem sede em Israel.
O equipamento tem forte apelo funcional, é bem pequeno e tem mecanismo de armazenamento interno de memória de 2GB. Além disso, teclado de sete teclas.
O celular possibilita que o usuário alterne o uso o uso de acessórios.  Caso a pessoa queira um porta-retratos digital ou um cronômetro, por exemplo, basta inserir os respectivos acessórios com as funções.  
O modu phone estará nas lojas da Claro até o fim do ano. Ele será comercializado por 299 reais no pacote de 80 minutos, que custa 79,90 em São Paulo - para outras regiões o valor varia em função de impostos.
Criada em 2007, a modu desenvolveu um telefone que, segundo a companhia, é a o mais leve do mundo.  
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Fonte: Clayton.melo, Glog



Oi deve oferecer iPhone a partir de dezembro

Empresa nega, mas funcionário afirma que o celular da Apple chega no mês que vem.


O namoro entre Oi e Apple é antigo. E parece que agora sai o casamento. Em dezembro, a operadora deve, finalmente, disponibilizar o iPhone, pelo menos em São Paulo.  O aparelho já é oferecido por Vivo, Claro e TIM.

O rumor sobre o acordo circula desde o lançamento  do iPhone no Brasil, em setembro de 2008, e ganhou fôlego nos últimos meses. No final de outubro, o Blog do iPhone anunciou que dezembro seria a data do lançamento do produto, que estaria disponível desbloqueado. Hoje (25/11) o blog MacMagazine voltou ao assunto, citando fontes internas e afirmando que o celular chega antes do Natal.
Procurada pela redação de Macworld Brasil, a assessoria de imprensa da Oi negou o fato e não forneceu data para o lançamento. A Apple também não se manifestou sobre o caso. Falamos, então, diretamente com a Oi. Pelo telefone, no 0800, a atendente não soube informar. Já pessoalmente, na loja da Oi na Vila Olímpia, em São Paulo, a informação foi confirmada: “não temos no momento, mas já estamos trabalhando com ele, chega em dezembro”, disse a atendente.
Fonte:  Daniel dos Santos, Macworld Brasil

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Qualidade da banda larga 3G



A banda larga 3G cresceu rápido demais no Brasil: deve chegar a 4,6 milhões de assinantes em dezembro, dois anos depois da implementação da rede 3G no país. Mas os investimentos na infraestrutura não acompanharam o ritmo, e a qualidade do serviço sofre, apesar dos preços altos. A Anatel, ágil como sempre, quer mudar o jogo, e garantiu que está definindo novas regras para fiscalizar e exigir melhoras no serviço de banda larga móvel.

O grande problema hoje, na banda larga 3G, é que não existem metas de qualidade que as operadoras móveis devem cumprir, então a Anatel não tem o que cobrar — o que, convenhamos, depois de dois anos é quase imperdoável. Sem uma regulação maior da agência, as operadoras andam fazendo coisas absurdas, como vender banda larga 3G onde só há cobertura 2G e a garantia — aliás ilegal, segundo o Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC) — de apenas 10% da velocidade contratada.
Além das novas regras na Anatel, outras iniciativas estão sendo tomadas: o Ministério Público Federal está investigando a situação da banda larga móvel no país, a pedido da ProTeste. E o IDEC publicou uma reportagem muito interessante sobre o assunto: nela, consta que o coordenador do Programa de Inclusão Digital do governo federal, César Alvarez, disse que a banda larga no Brasil tem "só" três problemas: "é para poucos, cara e lenta".
Isso também vale para a banda larga móvel. O serviço 3G é lento, e falta infraestrutura para aguentar mais usuários sem que as operadoras tenham que usar artifícios, como cláusulas que só garantem 10% da velocidade contratada ou terríveis franquias de dados, que derrubam sua velocidade caso você consuma reles 1GB de dados.
E fizemos um exercício simples que mostra como a banda larga custa caro no Brasil, em relação a outros países — e a banda larga 3G custa mais caro ainda. O problema, segundo o IDEC, não são apenas custos: o modelo de banda larga "foi concebido como se a população brasileira pertencesse somente às classes alta e média", segundo Diogo Moyses, técnico do IDEC.

Se a Anatel conseguir definir regras mais claras de investimentos e garantia de velocidade na rede 3G — aliado a esforços de atingir mais clientes no país — conseguiremos ter um serviço acessível e de qualidade.

Fonte: Gizmodo