quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Microsoft libera Micro Framework .NET como Open Source

Peter Galli, Open Source Community Manager da Microsoft anunciou no blog PORTA 25 que o Micro Framework .NET 4.0 está sendo disponibilizado em regime de Open Source.
O MF .NET é um ambiente extremamente enxuto, projetado para rodar aplicações .NET que utilizem um subset do Framework completo. Ele é compatível com CPUs mobile, como ARM, e roda no XBOX360. O footprint de memória é ridículo, meros 300KB.
Todo o código-fonte foi disponibilizado sob a licença Apache 2.0 (compatível com GPLv3), exceto as rotinas de criptografia, que segundo a Microsoft são utilizadas em outros produtos, e o stack TCP/IP, que é licenciado de terceiros e portanto não pode ter seu fonte disponibilizado.

Fonte: TuxRadar

Bagunça pode ser tudo o que você precisa


Já notou que sempre bangunçamos o ambiente em que estamos trabalhando? Se você não fizer um esforço bem consciente para organizar tudo enquanto trabalha ou quando termina de fazer o que precisa, as chances são que as coisas estejam um pouco mais bagunçadas do que no início. Já notou também que mesmo que tudo pareça bagunçado, você (quase) sempre consegue se achar na sua bagunça? E que se alguém fizer o “favor” de “organizar” as coisas para você há uma boa chance de piorarem sua situação? Isso acontece porque a bagunça era a sua bagunça.
E também porque provavelmente não era uma bagunça.
Por trás desse tipo de bagunça aparente, há sempre uma ordem não óbvia. Para usar um exemplo bastante simples discutido no livro Uma bagunça perfeita de Eric Abrahamson e David H. Freedman (prometo publicar uma resenha apropriada em breve), uma pilha de papéis jogados sobre uma mesa está ordenada por ordem de uso: os mais usados ficam no topo e os menos usados no fundo. Isso acontece naturalmente se você sempre devolver os papéis que precisou da pilha para o topo. Do mesmo modo, se você pedir a alguém para realizar alguma tarefa rotineiramente, as pessoas sem nem perceber acabam bolando procedimentos de modo a facilitar o trabalho, aproveitar melhor o tempo e tornarem-se produtivas. Por isso bons programadores acabam chegando a algo parecido com XP se não forem podados.
Mas este é um blog sobre desenvolvimento de software para programadores e o trabalho do programador é justamente eliminar a bagunça do trabalho das pessoas, escrever programas que as ajudem a se organizar melhor, identificar “processos de negócio” e coisa e tal, certo?
Errado, se o seu ego conseguir aceitar que as pessoas que estão lá fazendo o trabalho no fim das contas sabem muito mais dele do que você.
Muitas vezes o que precisamos não é bem organizar o que as pessoas estão fazendo. Às vezes precisamos somente tornar a bagunça mais eficiente. Quando se tenta organizar muito os processos de trabalho das pessoas a coisa acaba ficando engessada demais. O resultado são sistemas que atrapalham mais do que ajudam e gente que passa mais tempo tentando agradar os sistemas corporativos do que resolvendo problemas dos clientes. Já ouviu a célebre frase “eu entendo, mas o sistema não deixa” quando tentou algo minimamente fora do comum com um banco ou uma operadora de telefone? É disso que estou falando. Resultado dos sistemas paralisantes. Resultado da organização demasiada.
Por outro lado sistemas caóticos terminaram sendo alguns dos exemplos de maior sucesso em nossa indústria. O Unix, por exemplo, é descrito por Martin Fowler como a maior aglomeração de coisas coladas umas nas outras que o mundo já viu. A web, por sua vez, é uma imensa bagunça de documentos, links e referências em escala global. Os dois sistemas têm em comum a filosofia de fazer pouca coisa, mas fazer bem o que escolheram fazer, e permitir que os usuários façam o que bem entenderem utilizando essa fundação. Eles não tentam organizar cada mínimo aspecto da rotina das pessoas. Eles aceitam o fato de que nunca vão conhecer o trabalho das pessoas tão bem quanto elas mesmas e se concentram em permitir que elas tenham liberdade para fazer o que quiserem do jeito que quiserem.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Escola é Fabrica de Fracassados


No último horaextra surgiu um assunto que a um bom tempo me interesso e gostaria de escrever sobre : A formação educacional.  Tal coisa apareceu após falarmos dos perfis das pessoas que tem sucesso – financeiro, político, público, científico, etc – e notarmos que a grande maioria desses tinha algo em comum:  nenhum deles seguia algum padrão dito normal pela sociedade.  Isso nos leva a pensar que talvez a forma que estamos educando não seja a melhor forma pois, a maioria dos vitoriosos não seguiram esta trilha e os que ela seguem não tem grandes chances de sucesso.
Não existe uma formula secreta para ser famoso ou rico. Existe é trabalho, sorte e muito sacrifício. Infelizmente isso ninguém ensina nos colégios.
Nossas escolas baseiam sua forma de ensinar em padrões que foram determinados já faz um bom tempo (não tenho certeza mas a última reforma foi a 20 ou 30 anos) e, com isso, é de se esperar que nenhuma das crianças atuais não consigam mais achar interessante ou desafiador o fato de estudar. O pior de tudo, em minha opinião, é que as escolas acabam  se tornando fábricas de fracassados, com suas formulas, padrões generalizados e com seus modelos ultrapassados. Desconheço a escola onde se ensina a criança a ter uma relação saudável com dinheiro; desconheço a escola onde se ensine coisas simples como empreendorismo.  Poderia ficar nisso o tempo que quisesse (enumerando lições interessantes que deveriam ser dados porém não o são). A questão que o modelo educacional adotado data de séculos e nunca foi feito até então uma reforma profunda. O que tenho visto, nas ditas escola modernas, é apenas uma maquiagem ou nova roupagem para o velho modelo, como por exemplo de uso de computadores mas ainda insistem ensinar matemática através de “decoreba” de tabuada.
Cansei de ter professores, por exemplo, de português que gastavam todas suas energias em me ensinar todos os termos ortográficas, pronomes, análises sintáticas, etc entretanto, nunca perderam 5 minutos de suas preciosas vidas para dizer coisas simples como pontuação pode mudar o sentido do texto; sujeito oculto e indeterminado pode ser um recurso interessante para dar uma imagem da narrativa, pronomes demonstrativos carregam o sentido da distancia, e um monte de outras coisas que acabei aprendendo com jornalistas, escritores, menos com professores de português. Isso não se limita aqui, exemplo diversos existem em matemática, história – quantas não foram as aulas que escutei por longo tempo datas e nomes os quais nunca fizeram sentido; somente tiveram sentido quando decidi ler romances e estudos históricos com outros enfoques.
Se tudo isso já não fosse argumento suficiente para mostrar que escolas são fábricas de fracassados, ainda existe o fato de que elas não refletem a realidade da criança. Hoje, um menino (ou menina) já tem acesso a um mundo de informação e está num mundo onde a comunicação acontece de forma simples e sem fronteiras.  As respostas estão todas a um clique ou busca no Google. Não existe mais a necessidade de sermos memórias vivas… Precisamos desenvolver o raciocínio para processar essa volume assustador de informação que recebemos a cada segundo. Para piorar, em lugar nenhum, até mesmo em casa, ninguém nos ensina a sermos empreendores, a não tem medo de realizarmos nossos sonhos, de nos lançarmos ao desconhecido de peito aberto.
Quantas não são as pessoas que ficam em livrarias, para ser mais exato nas sessões de auto-ajuda, em busca de algo que traga uma formula secreta e infalível que a tornará o melhor profissional, melhor pai (ou mãe),  ficar rico, famoso, etc. Tudo isso vem da crença que nos é passada na infância que para tudo deve existir um método e que correr riscos é algo ruim. Gosto de citar como exemplo o fato de que o Bill Gates e do Steve Jobs não terem feitos faculdade e hoje são  uma das maiores fortunas do mundo.  A questão que fica é: a escola ajuda ou atrapalha.
Antes que comecem a pensar que devamos fechar todas as escolas e mantermos nosso filhos em casa, vamos com calma.  Nem tudo é ruim. A escola é importante entretanto ela deve se transformar, se redescobrir e ao seus métodos em nossa era.  Todos devemos saber escrever, fazer contas, etc a questão que isso pode ser ensinado de forma interessante do ponto de vista do aluno.  Não adianta achar que isso é apenas usar computadores e datashow para dar aula: deve-se entender a cultura formada em torno.  Além disso, o mundo precisa de pessoas que desafiem a ordem instaurada, inovadores, empreendores.
Por vezes a resposta está em quebrarmos paradigmas; o sucesso pode ser em fazer algo que saia do lugar comum e que até quebrar com crenças ; quanto não são as histórias de pessoas que para obter sucesso naquilo que gostam de fazer tiveram que romper laços com familia….
Precisamos quebrar essa fábrica de fracassados e começarmos a pensar que temos que formar gente diferente da maioria que está por ai.

Fonte: André Fonseca

Claro aposta em celular que permite personalizar funções

Um celular simples e extremamente leve que tem como principal característica ser modular. Isso quer dizer o seguinte:  o consumidor compra o equipamento com as funcionalidades básicas. A partir daí, ele pode adicionar os recursos que mais lhe apetecem, por meio de acessórios que são incorporados ao produto.
Esse  é o diferencial do moduTM phone, celular lançado nesta segunda-feira (23/11) pela Claro e fabricante de celulares modu, que tem sede em Israel.
O equipamento tem forte apelo funcional, é bem pequeno e tem mecanismo de armazenamento interno de memória de 2GB. Além disso, teclado de sete teclas.
O celular possibilita que o usuário alterne o uso o uso de acessórios.  Caso a pessoa queira um porta-retratos digital ou um cronômetro, por exemplo, basta inserir os respectivos acessórios com as funções.  
O modu phone estará nas lojas da Claro até o fim do ano. Ele será comercializado por 299 reais no pacote de 80 minutos, que custa 79,90 em São Paulo - para outras regiões o valor varia em função de impostos.
Criada em 2007, a modu desenvolveu um telefone que, segundo a companhia, é a o mais leve do mundo.  
modu_frente(2).jpg

Fonte: Clayton.melo, Glog



Oi deve oferecer iPhone a partir de dezembro

Empresa nega, mas funcionário afirma que o celular da Apple chega no mês que vem.


O namoro entre Oi e Apple é antigo. E parece que agora sai o casamento. Em dezembro, a operadora deve, finalmente, disponibilizar o iPhone, pelo menos em São Paulo.  O aparelho já é oferecido por Vivo, Claro e TIM.

O rumor sobre o acordo circula desde o lançamento  do iPhone no Brasil, em setembro de 2008, e ganhou fôlego nos últimos meses. No final de outubro, o Blog do iPhone anunciou que dezembro seria a data do lançamento do produto, que estaria disponível desbloqueado. Hoje (25/11) o blog MacMagazine voltou ao assunto, citando fontes internas e afirmando que o celular chega antes do Natal.
Procurada pela redação de Macworld Brasil, a assessoria de imprensa da Oi negou o fato e não forneceu data para o lançamento. A Apple também não se manifestou sobre o caso. Falamos, então, diretamente com a Oi. Pelo telefone, no 0800, a atendente não soube informar. Já pessoalmente, na loja da Oi na Vila Olímpia, em São Paulo, a informação foi confirmada: “não temos no momento, mas já estamos trabalhando com ele, chega em dezembro”, disse a atendente.
Fonte:  Daniel dos Santos, Macworld Brasil

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Qualidade da banda larga 3G



A banda larga 3G cresceu rápido demais no Brasil: deve chegar a 4,6 milhões de assinantes em dezembro, dois anos depois da implementação da rede 3G no país. Mas os investimentos na infraestrutura não acompanharam o ritmo, e a qualidade do serviço sofre, apesar dos preços altos. A Anatel, ágil como sempre, quer mudar o jogo, e garantiu que está definindo novas regras para fiscalizar e exigir melhoras no serviço de banda larga móvel.

O grande problema hoje, na banda larga 3G, é que não existem metas de qualidade que as operadoras móveis devem cumprir, então a Anatel não tem o que cobrar — o que, convenhamos, depois de dois anos é quase imperdoável. Sem uma regulação maior da agência, as operadoras andam fazendo coisas absurdas, como vender banda larga 3G onde só há cobertura 2G e a garantia — aliás ilegal, segundo o Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC) — de apenas 10% da velocidade contratada.
Além das novas regras na Anatel, outras iniciativas estão sendo tomadas: o Ministério Público Federal está investigando a situação da banda larga móvel no país, a pedido da ProTeste. E o IDEC publicou uma reportagem muito interessante sobre o assunto: nela, consta que o coordenador do Programa de Inclusão Digital do governo federal, César Alvarez, disse que a banda larga no Brasil tem "só" três problemas: "é para poucos, cara e lenta".
Isso também vale para a banda larga móvel. O serviço 3G é lento, e falta infraestrutura para aguentar mais usuários sem que as operadoras tenham que usar artifícios, como cláusulas que só garantem 10% da velocidade contratada ou terríveis franquias de dados, que derrubam sua velocidade caso você consuma reles 1GB de dados.
E fizemos um exercício simples que mostra como a banda larga custa caro no Brasil, em relação a outros países — e a banda larga 3G custa mais caro ainda. O problema, segundo o IDEC, não são apenas custos: o modelo de banda larga "foi concebido como se a população brasileira pertencesse somente às classes alta e média", segundo Diogo Moyses, técnico do IDEC.

Se a Anatel conseguir definir regras mais claras de investimentos e garantia de velocidade na rede 3G — aliado a esforços de atingir mais clientes no país — conseguiremos ter um serviço acessível e de qualidade.

Fonte: Gizmodo

Por dent ro do Google



Conf ira as prát icas pouco usuais tanto de gestão de pessoas como de recrutamento usadas pela
empresa
O Google tem mostrado saber aproveitar as oportunidades
oferecidas pela internet. Mesmo em meio a uma recessão
mundial, a multinacional fechou o segundo trimestre deste
ano com crescimento de 19%, alcançando lucro de US$ 1,48
bilhão. Entre seus trunfos, está seu quadro de funcionários
altamente qualificado, tratado de maneira nada ortodoxa.
Já imaginou uma empresa que deixa você levar seu
cachorro para trabalhar, fornece uma mesa de sinuca para
jogos durante o expediente e lhe dá uma verba para
decorar sua mesa e espaço de trabalho da maneira que
quiser? E que ainda reserva uma sexta-feira por trimestre
para os funcionários saírem juntos para se divertir?
Bem-vindo ao Google.
"Os benefícios existem para que os funcionários se sintam
cuidados e em casa. Aqui, o seu chefe não vai brigar por
você estar jogando durante o expediente, mas sim por não
tê-lo chamado", brinca Deli Matsuo, diretor de RH da
empresa para América Latina. "Com tantas mentes
brilhantes, é preciso ter menos regras".
E o Google trabalha exatamente para que essas mentes
permaneçam brilhantes. Todo funcionário recebe uma
verba de educação para gastar como quiser, seja em cursos
de línguas, em MBAs ou cursos de pós-graduação.
A liberdade dos empregados é levada a sério na empresa.
Cada funcionário pode gastar 20% do seu tempo, o
equivalente a um dia por semana, para se dedicar a
projetos pessoais.
"Não ficamos olhando se o profissional chega às 9h ou às
11h. Não precisamos, pois contratamos pessoas
comprometidas", diz Matsuo.
Outra preocupação da companhia é oferecer as mesmas
vantagens a todos os funcionários -- independentemente do
cargo. A rede de benefícios vale para todos. O presidente
da companhia tem exatamente o mesmo plano de saúde
que qualquer outro empregado dentro do Google, assim como todos recebem participação nos lucros e ações
da empresa.
"No Google, todos põe a mão na massa. Se o presidente da empresa quiser um café ou precisar de uma
fotocópia, ele mesmo vai levantar e pegar", afirma.
As políticas de benefício têm se mostrado eficientes. Nos quatro anos em que a empresa está presente no
Brasil, apenas 3% de sua força de trabalho foi renovada, sendo que 2,5% pediram demissão para fazer
mestrado ou doutorado.
Se o Google investe pesado na satisfação dos funcionários, a companhia também é exigente ao cobrar
resultados. Ao lado de máximas como "Você pode ser sério sem um terno" e "É possível ganhar dinheiro sem
ser mau", a companhia coloca "Ótimo não é bom o bastante".
O Google mantém um comitê responsável por avaliar o desempenho de cada profissional. É com base nas
notas que são tomadas decisões relacionadas a aumentos, promoções e bônus.
Os 12 mandamentos
O processo de gestão utilizado pelo Google pode surpreender muitos executivos de recursos humanos por sua
filosofia pouco comum. Ele é estruturado com base em 12 princípios:
1. Conheça profundamente sua equipe antes de fazer mudanças
2. Procure o consenso ao invés de impor decisões
3. Tome decisões claras e assuma a responsabilidade por suas ações
4. Você trabalha para sua equipe e não o contrário
5. Coloque a mão na massa
6. Compartilhe as informações com a equipe
7. Resultados têm maior impacto do que politicagem
8. Arrisque-se. O fracasso pode trazer grande aprendizado
9. Construa um bom relacionamento com seu time, para trabalhar bem em equipe
10. Encoraje a criatividade de seus funcionários
11. Independentemente da hierarquia, mantenha os canais de comunicação interna abertos
12. Crie um bom ambiente de trabalho
Processo de seleção
Com 22 mil funcionários no mundo, 200 deles no Brasil, o Google também não segue as práticas mais comuns
ao fazer a seleção de seus funcionários.
"Tudo começa no recrutamento. Procuramos os melhores. O CEO da empresa, assim como os fundadores
Larry Page e Sergey Brin, participam de 100% das contratações no Google. Olhamos tudo. Se o profissional se
engajou em alguma iniciativa social, se pratica esportes, quais foram as notas que tirou ao longo da vida, a
experiência em sua área de atuação etc", fala Matsuo.
Não é de se estranhar que para preencher uma vaga o Google possa demorar até um ano. O sucesso no
processo de seleção é baixíssimo: menos de 1% dos profissionais analisados são contratados.
Interessado em trabalhar no Google? "Procuramos pessoas curiosas, com vontade de aprender, que se
sentem atraídas pelas coisas mais difíceis. É também essencial saber trabalhar em grupo. Eliminamos os
candidatos muito individualistas. Existem pessoas que são inteligentes e bacanas, outras que são inteligentes e
babacas", diz o diretor de RH.
Outro critério levado em conta é a diversidade das áreas de formação dos funcionários. Para compor as
equipes, são selecionados profissionais de todas as áreas. Na seção de análise de dados, trabalham, por
exemplo, matemáticos, físicos, sociólogos e antropólogos.
A boa notícia para os interessados é que há vagas abertas para contratação no Brasil em todos os setores da
empresa. A má é que elas não estão conseguindo ser preenchidas por falta de mão-de-obra considerada
qualificada. Quer tentar?
Fonte: G1