quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Escola é Fabrica de Fracassados


No último horaextra surgiu um assunto que a um bom tempo me interesso e gostaria de escrever sobre : A formação educacional.  Tal coisa apareceu após falarmos dos perfis das pessoas que tem sucesso – financeiro, político, público, científico, etc – e notarmos que a grande maioria desses tinha algo em comum:  nenhum deles seguia algum padrão dito normal pela sociedade.  Isso nos leva a pensar que talvez a forma que estamos educando não seja a melhor forma pois, a maioria dos vitoriosos não seguiram esta trilha e os que ela seguem não tem grandes chances de sucesso.
Não existe uma formula secreta para ser famoso ou rico. Existe é trabalho, sorte e muito sacrifício. Infelizmente isso ninguém ensina nos colégios.
Nossas escolas baseiam sua forma de ensinar em padrões que foram determinados já faz um bom tempo (não tenho certeza mas a última reforma foi a 20 ou 30 anos) e, com isso, é de se esperar que nenhuma das crianças atuais não consigam mais achar interessante ou desafiador o fato de estudar. O pior de tudo, em minha opinião, é que as escolas acabam  se tornando fábricas de fracassados, com suas formulas, padrões generalizados e com seus modelos ultrapassados. Desconheço a escola onde se ensina a criança a ter uma relação saudável com dinheiro; desconheço a escola onde se ensine coisas simples como empreendorismo.  Poderia ficar nisso o tempo que quisesse (enumerando lições interessantes que deveriam ser dados porém não o são). A questão que o modelo educacional adotado data de séculos e nunca foi feito até então uma reforma profunda. O que tenho visto, nas ditas escola modernas, é apenas uma maquiagem ou nova roupagem para o velho modelo, como por exemplo de uso de computadores mas ainda insistem ensinar matemática através de “decoreba” de tabuada.
Cansei de ter professores, por exemplo, de português que gastavam todas suas energias em me ensinar todos os termos ortográficas, pronomes, análises sintáticas, etc entretanto, nunca perderam 5 minutos de suas preciosas vidas para dizer coisas simples como pontuação pode mudar o sentido do texto; sujeito oculto e indeterminado pode ser um recurso interessante para dar uma imagem da narrativa, pronomes demonstrativos carregam o sentido da distancia, e um monte de outras coisas que acabei aprendendo com jornalistas, escritores, menos com professores de português. Isso não se limita aqui, exemplo diversos existem em matemática, história – quantas não foram as aulas que escutei por longo tempo datas e nomes os quais nunca fizeram sentido; somente tiveram sentido quando decidi ler romances e estudos históricos com outros enfoques.
Se tudo isso já não fosse argumento suficiente para mostrar que escolas são fábricas de fracassados, ainda existe o fato de que elas não refletem a realidade da criança. Hoje, um menino (ou menina) já tem acesso a um mundo de informação e está num mundo onde a comunicação acontece de forma simples e sem fronteiras.  As respostas estão todas a um clique ou busca no Google. Não existe mais a necessidade de sermos memórias vivas… Precisamos desenvolver o raciocínio para processar essa volume assustador de informação que recebemos a cada segundo. Para piorar, em lugar nenhum, até mesmo em casa, ninguém nos ensina a sermos empreendores, a não tem medo de realizarmos nossos sonhos, de nos lançarmos ao desconhecido de peito aberto.
Quantas não são as pessoas que ficam em livrarias, para ser mais exato nas sessões de auto-ajuda, em busca de algo que traga uma formula secreta e infalível que a tornará o melhor profissional, melhor pai (ou mãe),  ficar rico, famoso, etc. Tudo isso vem da crença que nos é passada na infância que para tudo deve existir um método e que correr riscos é algo ruim. Gosto de citar como exemplo o fato de que o Bill Gates e do Steve Jobs não terem feitos faculdade e hoje são  uma das maiores fortunas do mundo.  A questão que fica é: a escola ajuda ou atrapalha.
Antes que comecem a pensar que devamos fechar todas as escolas e mantermos nosso filhos em casa, vamos com calma.  Nem tudo é ruim. A escola é importante entretanto ela deve se transformar, se redescobrir e ao seus métodos em nossa era.  Todos devemos saber escrever, fazer contas, etc a questão que isso pode ser ensinado de forma interessante do ponto de vista do aluno.  Não adianta achar que isso é apenas usar computadores e datashow para dar aula: deve-se entender a cultura formada em torno.  Além disso, o mundo precisa de pessoas que desafiem a ordem instaurada, inovadores, empreendores.
Por vezes a resposta está em quebrarmos paradigmas; o sucesso pode ser em fazer algo que saia do lugar comum e que até quebrar com crenças ; quanto não são as histórias de pessoas que para obter sucesso naquilo que gostam de fazer tiveram que romper laços com familia….
Precisamos quebrar essa fábrica de fracassados e começarmos a pensar que temos que formar gente diferente da maioria que está por ai.

Fonte: André Fonseca

Claro aposta em celular que permite personalizar funções

Um celular simples e extremamente leve que tem como principal característica ser modular. Isso quer dizer o seguinte:  o consumidor compra o equipamento com as funcionalidades básicas. A partir daí, ele pode adicionar os recursos que mais lhe apetecem, por meio de acessórios que são incorporados ao produto.
Esse  é o diferencial do moduTM phone, celular lançado nesta segunda-feira (23/11) pela Claro e fabricante de celulares modu, que tem sede em Israel.
O equipamento tem forte apelo funcional, é bem pequeno e tem mecanismo de armazenamento interno de memória de 2GB. Além disso, teclado de sete teclas.
O celular possibilita que o usuário alterne o uso o uso de acessórios.  Caso a pessoa queira um porta-retratos digital ou um cronômetro, por exemplo, basta inserir os respectivos acessórios com as funções.  
O modu phone estará nas lojas da Claro até o fim do ano. Ele será comercializado por 299 reais no pacote de 80 minutos, que custa 79,90 em São Paulo - para outras regiões o valor varia em função de impostos.
Criada em 2007, a modu desenvolveu um telefone que, segundo a companhia, é a o mais leve do mundo.  
modu_frente(2).jpg

Fonte: Clayton.melo, Glog



Oi deve oferecer iPhone a partir de dezembro

Empresa nega, mas funcionário afirma que o celular da Apple chega no mês que vem.


O namoro entre Oi e Apple é antigo. E parece que agora sai o casamento. Em dezembro, a operadora deve, finalmente, disponibilizar o iPhone, pelo menos em São Paulo.  O aparelho já é oferecido por Vivo, Claro e TIM.

O rumor sobre o acordo circula desde o lançamento  do iPhone no Brasil, em setembro de 2008, e ganhou fôlego nos últimos meses. No final de outubro, o Blog do iPhone anunciou que dezembro seria a data do lançamento do produto, que estaria disponível desbloqueado. Hoje (25/11) o blog MacMagazine voltou ao assunto, citando fontes internas e afirmando que o celular chega antes do Natal.
Procurada pela redação de Macworld Brasil, a assessoria de imprensa da Oi negou o fato e não forneceu data para o lançamento. A Apple também não se manifestou sobre o caso. Falamos, então, diretamente com a Oi. Pelo telefone, no 0800, a atendente não soube informar. Já pessoalmente, na loja da Oi na Vila Olímpia, em São Paulo, a informação foi confirmada: “não temos no momento, mas já estamos trabalhando com ele, chega em dezembro”, disse a atendente.
Fonte:  Daniel dos Santos, Macworld Brasil

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Qualidade da banda larga 3G



A banda larga 3G cresceu rápido demais no Brasil: deve chegar a 4,6 milhões de assinantes em dezembro, dois anos depois da implementação da rede 3G no país. Mas os investimentos na infraestrutura não acompanharam o ritmo, e a qualidade do serviço sofre, apesar dos preços altos. A Anatel, ágil como sempre, quer mudar o jogo, e garantiu que está definindo novas regras para fiscalizar e exigir melhoras no serviço de banda larga móvel.

O grande problema hoje, na banda larga 3G, é que não existem metas de qualidade que as operadoras móveis devem cumprir, então a Anatel não tem o que cobrar — o que, convenhamos, depois de dois anos é quase imperdoável. Sem uma regulação maior da agência, as operadoras andam fazendo coisas absurdas, como vender banda larga 3G onde só há cobertura 2G e a garantia — aliás ilegal, segundo o Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC) — de apenas 10% da velocidade contratada.
Além das novas regras na Anatel, outras iniciativas estão sendo tomadas: o Ministério Público Federal está investigando a situação da banda larga móvel no país, a pedido da ProTeste. E o IDEC publicou uma reportagem muito interessante sobre o assunto: nela, consta que o coordenador do Programa de Inclusão Digital do governo federal, César Alvarez, disse que a banda larga no Brasil tem "só" três problemas: "é para poucos, cara e lenta".
Isso também vale para a banda larga móvel. O serviço 3G é lento, e falta infraestrutura para aguentar mais usuários sem que as operadoras tenham que usar artifícios, como cláusulas que só garantem 10% da velocidade contratada ou terríveis franquias de dados, que derrubam sua velocidade caso você consuma reles 1GB de dados.
E fizemos um exercício simples que mostra como a banda larga custa caro no Brasil, em relação a outros países — e a banda larga 3G custa mais caro ainda. O problema, segundo o IDEC, não são apenas custos: o modelo de banda larga "foi concebido como se a população brasileira pertencesse somente às classes alta e média", segundo Diogo Moyses, técnico do IDEC.

Se a Anatel conseguir definir regras mais claras de investimentos e garantia de velocidade na rede 3G — aliado a esforços de atingir mais clientes no país — conseguiremos ter um serviço acessível e de qualidade.

Fonte: Gizmodo

Por dent ro do Google



Conf ira as prát icas pouco usuais tanto de gestão de pessoas como de recrutamento usadas pela
empresa
O Google tem mostrado saber aproveitar as oportunidades
oferecidas pela internet. Mesmo em meio a uma recessão
mundial, a multinacional fechou o segundo trimestre deste
ano com crescimento de 19%, alcançando lucro de US$ 1,48
bilhão. Entre seus trunfos, está seu quadro de funcionários
altamente qualificado, tratado de maneira nada ortodoxa.
Já imaginou uma empresa que deixa você levar seu
cachorro para trabalhar, fornece uma mesa de sinuca para
jogos durante o expediente e lhe dá uma verba para
decorar sua mesa e espaço de trabalho da maneira que
quiser? E que ainda reserva uma sexta-feira por trimestre
para os funcionários saírem juntos para se divertir?
Bem-vindo ao Google.
"Os benefícios existem para que os funcionários se sintam
cuidados e em casa. Aqui, o seu chefe não vai brigar por
você estar jogando durante o expediente, mas sim por não
tê-lo chamado", brinca Deli Matsuo, diretor de RH da
empresa para América Latina. "Com tantas mentes
brilhantes, é preciso ter menos regras".
E o Google trabalha exatamente para que essas mentes
permaneçam brilhantes. Todo funcionário recebe uma
verba de educação para gastar como quiser, seja em cursos
de línguas, em MBAs ou cursos de pós-graduação.
A liberdade dos empregados é levada a sério na empresa.
Cada funcionário pode gastar 20% do seu tempo, o
equivalente a um dia por semana, para se dedicar a
projetos pessoais.
"Não ficamos olhando se o profissional chega às 9h ou às
11h. Não precisamos, pois contratamos pessoas
comprometidas", diz Matsuo.
Outra preocupação da companhia é oferecer as mesmas
vantagens a todos os funcionários -- independentemente do
cargo. A rede de benefícios vale para todos. O presidente
da companhia tem exatamente o mesmo plano de saúde
que qualquer outro empregado dentro do Google, assim como todos recebem participação nos lucros e ações
da empresa.
"No Google, todos põe a mão na massa. Se o presidente da empresa quiser um café ou precisar de uma
fotocópia, ele mesmo vai levantar e pegar", afirma.
As políticas de benefício têm se mostrado eficientes. Nos quatro anos em que a empresa está presente no
Brasil, apenas 3% de sua força de trabalho foi renovada, sendo que 2,5% pediram demissão para fazer
mestrado ou doutorado.
Se o Google investe pesado na satisfação dos funcionários, a companhia também é exigente ao cobrar
resultados. Ao lado de máximas como "Você pode ser sério sem um terno" e "É possível ganhar dinheiro sem
ser mau", a companhia coloca "Ótimo não é bom o bastante".
O Google mantém um comitê responsável por avaliar o desempenho de cada profissional. É com base nas
notas que são tomadas decisões relacionadas a aumentos, promoções e bônus.
Os 12 mandamentos
O processo de gestão utilizado pelo Google pode surpreender muitos executivos de recursos humanos por sua
filosofia pouco comum. Ele é estruturado com base em 12 princípios:
1. Conheça profundamente sua equipe antes de fazer mudanças
2. Procure o consenso ao invés de impor decisões
3. Tome decisões claras e assuma a responsabilidade por suas ações
4. Você trabalha para sua equipe e não o contrário
5. Coloque a mão na massa
6. Compartilhe as informações com a equipe
7. Resultados têm maior impacto do que politicagem
8. Arrisque-se. O fracasso pode trazer grande aprendizado
9. Construa um bom relacionamento com seu time, para trabalhar bem em equipe
10. Encoraje a criatividade de seus funcionários
11. Independentemente da hierarquia, mantenha os canais de comunicação interna abertos
12. Crie um bom ambiente de trabalho
Processo de seleção
Com 22 mil funcionários no mundo, 200 deles no Brasil, o Google também não segue as práticas mais comuns
ao fazer a seleção de seus funcionários.
"Tudo começa no recrutamento. Procuramos os melhores. O CEO da empresa, assim como os fundadores
Larry Page e Sergey Brin, participam de 100% das contratações no Google. Olhamos tudo. Se o profissional se
engajou em alguma iniciativa social, se pratica esportes, quais foram as notas que tirou ao longo da vida, a
experiência em sua área de atuação etc", fala Matsuo.
Não é de se estranhar que para preencher uma vaga o Google possa demorar até um ano. O sucesso no
processo de seleção é baixíssimo: menos de 1% dos profissionais analisados são contratados.
Interessado em trabalhar no Google? "Procuramos pessoas curiosas, com vontade de aprender, que se
sentem atraídas pelas coisas mais difíceis. É também essencial saber trabalhar em grupo. Eliminamos os
candidatos muito individualistas. Existem pessoas que são inteligentes e bacanas, outras que são inteligentes e
babacas", diz o diretor de RH.
Outro critério levado em conta é a diversidade das áreas de formação dos funcionários. Para compor as
equipes, são selecionados profissionais de todas as áreas. Na seção de análise de dados, trabalham, por
exemplo, matemáticos, físicos, sociólogos e antropólogos.
A boa notícia para os interessados é que há vagas abertas para contratação no Brasil em todos os setores da
empresa. A má é que elas não estão conseguindo ser preenchidas por falta de mão-de-obra considerada
qualificada. Quer tentar?
Fonte: G1

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A História da Apple

Quem não conhece o famoso smartphone iPhone ? Todo mundo que gosta de tecnologia já ouviu falar pelo menos, um sucesso de vendas e popularidade nos EUA, más poucos conhecem a fabricante do iPhone, a Apple.

Nesté post vou contar a história interessante desta empresa americana.

Steven Wozniak e Steven Jobs tem sido amigos desde o colégio. Ambos foram interessados em eletrônica, e tembem tachados de desordeiros. Após o final do colégio mantiveram contato e por coincidência, ambos foram trabalhar em empresas no Vale do Silício. (Woz na Hewlett-Packard, Jobs na Atari)

Wozniak se ocupou em computer-design por um tempo quando, em 1976 desenhou o que seria então o Apple I. Jobs, com um olho no futuro insistia em vender junto com Wozniak esta máquina e em 1º de Abril de 1976, a Apple Computer nasceu. Usuários não levaram a sério o AppleI e a Apple não começou a decolar até 1977, quando o Apple II foi lançado em uma feira local de computadores . O primeiro computador pessoal de caixa plástica e gráficos coloridos, o Apple II era uma maquina impressionante. Pedidos se multiplicaram depois do lançamento. Após o lançamento em 1978 do Apple DiscII, o mais barato floppy drive já lançado até então, as vendas dispararam. Com o aumento das vendas , a empresa cresceu, e em 1980 , quando o Apple III foi lançado, a empresa tinha dezenas de empregados e começava a exportar, empregando pessoal de alto nível técnico e com novos investidores que optaram em fazer parte da organização da empresa como diretores, para ter certeza que a Apple seria realmente uma compania séria, mesmo a contra gosto de antigos funcionários. Em 1981 as coisas começaram a ficar mais difíceis. O mercado ficou saturado dificultando as vendas e em Fevereiro a Apple foi forçada a despedir 40 empregados. Wozniak ficou machucado em um acidente aéreo ficando ausente da compania.. Jobs se tornou presidente da Apple computer em Março

Após a histórica visita a Xerox PARC em 1979, Jobs e diversos outros engenheiros começaram o desenvolvimento do Lisa, que redefiniu o computador pessoal. Jobs, entertanto, provou ser um gerente de projetos ruim, e foi retirado do projeto Lisa por Mike Markkula, então presidente da Apple, e um dos maiores acionistas. Jobs, que tinha apenas 11% das ações decidiu tocar outro projeto e começou a desenvolver o Macintosh --um computador pessoal de $500 dolares. Jobs tinha certeza que era muito mais do que isto. No começo de 1983, Jobs cortejava John Sculley, então presidente da Pepsi-Cola. Em Abril, teve sucesso e Sculley se tornou presidente e CEO da Apple. Jobs acreditava que Sculley ajudaria Apple "amadurecer", mas sem ideia de como funcionaria e eventalmente custaria seu emprego.
Embora sendo um empresário de sucesso, logo ficou calro que Sculley pouco entendia do negócio de computadores. Ele e Jobs entraram em desacordo. Como anuncio do Macintosh estava perto, Jobs enlouqueceu. Ele trabalhou duro junto com programadores para desenvolver programas para o maquina a ser lançada --Jobs sabia que a industria de software poderia lançar ou arruinar o Mac. No di 22 de Janeiro de1984, durante o terceiro intervalo do Super Bowl, Apple colocou no ar o comercial de 60 segundos lançando o Macintosh. Dirigido por Ridley Scott, a cena Orweliana represenou o mundo IBM sendo estilhaçada pela nova maquina . Inicialmente o Mac vendeu muito bem, mas perto do natal de1984, as pessoas ficaram se preocupavam com a pequena quantidade de memória RAM e com a pouca conectividade com Hard Drives. No começo de1985 Jobs e Sculley voltaram discutir. Sculley acreditava que Jobs era perigoso e estava fora de controle; Jobs acreditava que Sculley nada sabia sobre computadores, e fazia pouco esforço para aprender. Em Maio de 1985 Jobs decidiu tomar o controle da empresa. Ele induziu Sculley a marcar um encontro na China, e planejou um encontro de cúpula enquanto Sculley estava fora. No último minuto vazou a informação para Sculley, e ele decidiu confrontar Jobs. Depois de uma esquentado encontro o comitê votou a favor de Sculley. Jobs pediu demissão naquele dia, deixando Sculley como cabeça da Apple.
Sculley seria de fato cabeça da Apple em Maio de 1985. Nos meses seguintes Apple foi forçada a demitir 50% da sua força de trabalho, cerca de 1200 empregados. A compania teve tambem seu primeiro trimestre de perda. Tudo isto e mais a demissão de Jobs serviu para corroer a confiança nas abilidades de Sculley como CEO da Apple. Ao mesmo tempo, Sculley estava voltado a uma batalha com a Microsoft de Bill Gates sobre a introdução do Windows 1.0, que tinha muitas semelhanças com o Mac GUI . Gates finalmente fez um acordo em que não utilizaria da tecnologia Mac no Windows 1.0--não falou nada sobre versões futuras do Windows, e o advogado de Gate fez questão de fechar o negócio . Apple efetivamente perdeu exclusividade nos direitos do design da interface. Isto provou ser de muita importancia em outras batalhas judiciais entre Apple e Microsoft, envolvendo a interface Windows. O que tirou a Apple do buraco foi a introduçnao da LaserWriter, a primeira impressora PostScript de baixo custo e o PageMaker, um dos primeiros softwares de Desktop Publishing. Esta solução conjunta fez do Mac o equipamento ideal para editoração de baixo custo e o Mac foi um sucesso do dia para a noite, de novo. Em 1987, Apple apresentou o Mac II. Construido pensando na expansibilidade, o MacII fez o Macintosh ser uma linha de computadores viável e poderosa. Apple era a "queridinha da Wall Street ", com produção de 50,000 Macs por mês. Parecia em 1989 que oWindows seria um fracasso, e o Mac o sucesso da nova década. Não aconteceu. por volta de 1990 o mercado estava saturado com clones de PC com todas as configurações possíveis, e a Apple era a única compania a vender Macs. Em fins de Maio, Microsoft apresentou o Windows 3.0, o qual rodaria virtualmente em todos os PCs do mercado, colocando a Apple em uma situação bem desconfortável. A idéia da Apple foi licenciar o sistema operacional MacOs. O que muitos achavam que diminuiria a qualidade do Mac , aumentando a competição, deixando claro que a Apple não poderia ser fornecedora de hardware e software. Foi levantada a possibilidade do MacOs rodar em sistemas Intel. Foi Michael Spindler, o novo CEO da Apple, que barrou a idéia por achar ser "muito tarde para isto" Em 1991, Apple lançou o primeiro PowerBook, que foi um sucesso instantâneo. Estavam tambem trabalhando em um outro tipo de computador, o Personal Digital Assistant (PDA), o qual a Apple chamava de Newton. Sculley teve um interesse imediato no Newton, finalizando em Agosto de1993. A primeira geração de Newtons era extremamente ruim no recoinhecimento de escrita, e não vendeu muito bem. Sculley foi perdendo interesse na Apple dia a dia. Um dia o grupo de diretores da Apple pois um ponto final. Em Junho de 1993, destituiram Sculley da posição de CEO, colocando Spindler em seu lugar. Sculley permaneceu ainda como presidente por diversos meses até renunciar.
Spindler, por todos os acontecimentos não era a pessoa certa para o cargo. Impessoal e intocável. em seus dois e meio anos como CEO, Spindler realizou diverças façanhas. Em 1994 Apple anunciou a familia PowerMac, o primeiro Mac baseado no processador Power ,PC, um processador extremamente rápido co-produzido com a IBM e Motorola. O processador PowerPC permitia ao Macs competir e até superar processadores Intel . Spindler gerenciou licenças do Mac OS para diferentes companias como Power Computing, um dos mais bem sucedidos fabricantes de clones Mac, mas permaneceu muito restritiva em seus contratos fazendo com que poucas companias terem a licença o sistema operacional MacOs. O memor dos problemas da Apple não era vender computadores, mas sim construí-los. Em Junho de1995, Apple tinha $1 bilhão de dolares em pedidos--e não tinha peças para montar. os problemas da Apple aumentaram com o lançamento do Windows '95, que copiou mais do que nunca o Mac GUI. O pior período foi entre1995-96. Pré julgando o mercado, a Apple apostou nos Performas sem obter lucro. Apple teve prejuizo de $68 milhões de dolares naquele trimestre. Em Janeiro de 1996, Spindler foi levado a pedir demissão como CEO e foi trocado por Gil Amelio, antigo presidente da National Semiconductor.

Amelio fez um grande esforço para trazer a Apple para o lucro , porém não teve êxito. Nos seus 100 primeiros dias como CEO, Amelio anunciou mudanças na empresa. A compania foi separada em 7 divisões , cada uma responsável pelos seus lucros ou perdas. Procurou tambem manter informados desenvolvedores e usuários do dia a dia da compania. Apesar do desastroso prejuizo de $740 millhões de dolares no primeiro trimestre de 1996, já no segundo trimestre o prejuizo foi perto de $30 milhões de dolares, quebrando todas as estimativas do mercado financeiro. No terceiro trimestre, Apple lucrou $30 milhões de dolares, porém teve prejuizo no quarto trimestre No final de1996, Apple formalizou a compra da NeXT, e que Steven Jobs estaria retornando ao staff. Desta aquisisão surgiria a nova geração do MacOs: Rapsody A divisão Newton se tornou independente como Newton, Inc. Em Julho de 1997, Apple anunciou a dispensa de Gil Amelio, seguido de mais umtrimestre de prejuizos. Isto foi uma surpresa para todos, que esperavam ansiosamente pelo novo nome. O comitê executivo reportou que Amelio tinha feito tudo que podia pela empresa. Neste meio tempo, Fred Anderson, CFO da Apple, foi encarregado nas operações do dia a dia e Steve Jobs no papel de interino. A presença de Jobs foi sentida tão rápido quanto a aquisição da NeXT. O grau de influência de Jobs logo ficou claro. Sem um CEO e com ações as mais baixas em 5 anos, muitas decisões teriam que ser tomadas em pouco espaço de tempo. Jobs começou com mudanças na estruturas da Apple, incluindo o cancelamento do Newton. Mas as grandes mudanças foram anunciadas na MacWorld Boston em Agosto de1997. Jobs, conhecido como CEO interino fez o seu discurso, e falou de sua futura campanha, agressiva, de novos Macs e Rapsody. tambem anunciou uma quase total renovaçnao na diretoria, incluindo Larry Ellison, CEO da Oracle, mas deixou o melhor para o fim. Numa aliança de bastidores , Jobs anunciou sua aliança com a Microsoft. Pela troca de $150 milhões de dolares em ações da Apple, Microsoft e Apple fariam uma patente conjunta, e o mais importante , terminariam a disputa judicial pela cópia do GUI. Microsoft concordaria em pagar uma soma não revelada por utilizar elementos da Apple no Windows OS. Microsoft tambem lançaria o Office '98, na versão para Mac. Estes anúncios deram vida nova para a Apple , mas Jobs ainda não tinha terminado. Existia ainda um problema: Clones. Jobes sentia que fabricantes de clones como a Power Computing interferiam no mercado final onde a Apple seria mais lucrativa. Clones falharam em expandir o MacOs afastando usuários da Apple. Jobs remediou esta falha em 1997, comprando de volta da Power Computing a licenca do MacOs , e incorporando a maioria de seus engennheiros. Power fechou alguns meses depois, com a Apple mantendo o suporte aos seus produtos. Apple tambem recomprou licenças do MacOS da Motorola e IBM. Umax continuaria no mercado de clones , com maquinas a preços abaixo de $1000 dolares. logo Umax pararia de vender clones e passaria a vender Windows Em 10 de novembro de1997, Apple convocou a imprensa para Jobs anunciar novas estratégias. Apple venderia seus computadores pela web e telefone diretamente, assim como a Power Computing havia feito no passado e anunciou dois novos computadores: PowerMac G3, e o PowerBook G3. A Apple Store fez sucesso e em um mes era o terceiro maior site de eCommerce na web. Na MacWorld San Francisco em Janeiro, Jobs anunciou que pela primeira vaez em um ano, teve o primeiro trimestre com lucro de $44 milhões de dolares jogando para o alto as ações da Apple. Em Abril de 1998, Jobs anunciou outro trimestre de lucro ($57 milhões). Jobs continuou suas inovações e em Maio lançou o novo PowerBook G3, a Apple Store educacional, e o revolucionário-- iMac. O iMac seria a resposta da Apple para o consumidor final , com poder mais que suficiente para a maioria das pessoas, com um ótimo preço. Mais tarde anunciaria a fusão do MacOs 8 com o Rapsody- MacOs X-- A versão Apple do NeXTStep em um robusto Os com todas as compatibilidades do MacOs 8 . Em Julho de 1998, Jobs anunciou lucro pelo terceiro treimestre consectivo-- $101 milhões, jogando as ações da Apple ainda mais alto. O iMac era o computador mais vendido, fazendo deste ano, um ano inteiro de lucros. Em Janeiro de1999, Jobs lançou o novo PowerMac G3 Blue and White. Em julho de 1999, Steve Jobs completou o quadrante "Apple Product Matrix"--com a introdução do iBook. Baseado nos mesmos principios que fizeram do iMac o mais vendido um ano antes, o iBook trouxe estilo ao mercado de portáteis. Alguns meses depois veio o PowerMac G4, uma nova maquina profissional de desktop. Na feira MacWorld de São Francisco em Janeiro de 2000 , Jobs mostrou sua nova estratégia na internet: um novo programa chamado de "iTools" e uma parceria exclusiva com a Earthlink . Jobs passou a ser CEO permanente retirando o "interino" do título. Apesar de receber apenas $1.00 dolar por ano, Steven Jobs continua no comando da Apple Computer, Inc., e manteve o título de "iCEO" porque "achava que soava bem."
Fonte: Macfix

domingo, 22 de novembro de 2009

Apresentação

Olá para todos que estão acessando meu blog.

Nunca antes tinha pensado em criar um blog, más por insistência de amigos meus estou criando meu primeiro blog.

Sou um verdadeiro nerd, viciado em tecnologia, principalmente na área de informática, hoje sou desenvolvedor de software, especialista em pquenos sistemas ERP, más ocasionalmente atuo como técnico em redes, administração de servidores, manutenção em hardware e software.

Bem se você que está lendo é leigo na área de informática, pode ficar meio perdido nas palavras que uso, más seja bem vindo mesmo assim a meu blog.

Abraço a todos.